Código: PECLAMP
Método: QUIMIOLUMINESCÊNCIA
Material: SORO CONGELADO
Interpretação
A pré-eclâmpsia afeta entre 8 a 10% das grávidas e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial durante a gestação, entre outros achados clínicos e laboratoriais. É uma doença silenciosa, na qual a paciente pode não apresentar sintomas. As consequências nos casos severos podem englobar desde desprendimento da placenta, parto prematuro, falha orgânica, convulsões etc.
A pré-eclâmpsia pode desenvolver-se nas primeiras etapas da gestação (pré-eclâmpsia precoce), tornando necessária a indução do parto antes da 34ª semana de gestação ou ao final da gravidez (pré-eclâmpsia tardia). A triagem atual da pré-eclâmpsia inclui parâmetros ecográficos e a detecção prematura de seus sintomas (a partir da 25ª semana ou da 34ª, mais frequente). Mas, se detectada no primeiro trimestre da gravidez permite um acompanhamento apropriado da gestante e do feto.
O teste analisa a razão sFlt-1/PlGF, juntamente com a pressão arterial e a determinação da proteinúria.
Pré-eclâmpsia tardia: Semana gestacional 34 até final da gestação
Alto risco pré-eclampsia nas próximas 4 semanas – Relação: 38,00 a 109,99
Altamente sugestivo de pré-eclâmpsia – Relação igual ou superior a 110,00
Exclusão de pré-eclâmpsia em 1 semana – Relação inferior a 38,00
Pré-eclâmpsia precoce: Semana gestacional 20 a 33+6 dias
Alto risco pré-eclâmpsia nas próximas 4 semanas – Relação: 38,00 a 84,99
Altamente sugestivo de pré-eclâmpsia – Relação igual ou superior a 85,00
Exclusão de pré-eclâmpsia em 1 semana – Relação inferior a 38,00
Realizar a primeira aferição na 10ª semana + 2 dias, e a segunda aferição deverá ser realizada na 14ª semana e 1 dia.
Doenças Relacionadas
Pré-eclâmpsia